domingo, abril 23, 2006

No hay banda.

O silêncio, instante de imprecisão, quando não se sabe

se tira

ou se deixa como está.



Cru como carne humana.
Insosso e destemperado.

Mas ao mesmo tempo, o silêncio, ele é capaz de rasgar qualquer instante contemplativo.
Ele funciona como uma





hesitação.